Até que Todos Cheguem à Maturidade
Ao longo da série “Igreja Madura”, vimos que Cristo chama, une, distribui graça, levanta trabalhadores e equipa os santos. Tudo isso aponta para um objetivo maior: formar um povo parecido com Cristo.
Ao longo da série “Igreja Madura”, vimos que Cristo chama, une, distribui graça, levanta trabalhadores e equipa os santos. Tudo isso aponta para um objetivo maior: formar um povo parecido com Cristo.
Uma igreja madura não é aquela em que poucos fazem tudo enquanto muitos apenas assistem. A igreja madura é aquela em que os santos são preparados, capacitados e enviados para servir.
A igreja amadurece quando deixa de apenas admirar a obra de Deus e passa a trabalhar nela. Esse é o princípio revelado por Paulo em Efésios 4:11 e confirmado pelas palavras de Jesus em Mateus 9:35-38.
Efésios 4:7-10 revela um dos movimentos mais profundos do Reino de Deus: Cristo desceu, venceu, foi exaltado e, do Seu trono, distribuiu graça e dons à Sua igreja. Esse texto não fala apenas sobre a vitória de Jesus. Ele também revela o caminho da verdadeira grandeza e o modo como Deus forma pessoas maduras para servir.
A maturidade da igreja não aparece apenas naquilo que ela realiza, mas na forma como preserva a unidade que Cristo já estabeleceu. Uma igreja madura não é formada por pessoas iguais. Ela é formada por pessoas diferentes que aprenderam a colocar Cristo acima de tudo aquilo que poderia separá-las.
A vida cristã não é apenas o recebimento de uma experiência espiritual, mas uma caminhada contínua de transformação. Deus não nos chamou somente para sermos alcançados pela graça, mas para amadurecermos até refletirmos o caráter de Cristo. É exatamente esse o tema abordado pelo Apóstolo Paulo em Efésios 4, ao apresentar o modelo de uma igreja madura.
Vivemos em uma geração que busca desesperadamente identidade. As pessoas desejam pertencer, ser reconhecidas e fazer parte de algo significativo. Por isso, muitos constroem sua identidade sobre aquilo que fazem, sobre os grupos aos quais pertencem, sobre suas opiniões, posições ou conquistas. Entretanto, a grande pergunta que as Escrituras nos fazem é: quem realmente define quem somos?
Ao mergulharmos na Palavra de Deus, percebemos que a aliança não é apenas um conceito teológico. Ela é o modelo estabelecido por Deus para conduzir homens e mulheres ao cumprimento dos Seus propósitos. Em uma geração marcada pela rapidez, pela descartabilidade e pela superficialidade dos relacionamentos, falar sobre aliança tornou-se mais necessário do que nunca.
Vivemos um tempo em que conexões são rápidas, intensas e, muitas vezes, superficiais. Pessoas entram e saem da vida umas das outras com facilidade, mas, ainda assim, o coração humano continua carregando uma necessidade profunda de pertencimento, afeto e relacionamento. Isso acontece porque Deus nos criou para vínculos. Não fomos feitos para o isolamento. Desde o princípio, o Senhor declarou: “Não é bom que o homem esteja só” (Gênesis 2:18).
A festa de Hanukkah, apesar de não estar no cânone bíblico, conta um milagre que ocorreu após o fechamento do cânone judaico. A seleção dos livros canônicos envolveu critérios específicos, e a Bíblia que usamos hoje reflete essa escolha. O cânon judaico compreende Torah (Pentateuco), os escritos históricos, poéticos e proféticos. Este cânon já está fechado, sem adições permitidas. Por outro lado, o cânon católico abarca os livros do cânon judaico (Antigo Testamento) e inclui sete livros adicionais que foram acrescentados após o fechamento do cânon judaico, além do Novo Testamento. Os evangélicos adotam o cânon judaico (Antigo Testamento) e a parte do Novo Testamento dos católicos, mas seu cânon não está fechado. Embora seja improvável que novos livros sejam adicionados, teologicamente há espaço para inclusões. Existem escritos históricos valiosos que não foram incluídos nos cânones, como o Evangelho Segundo Barnabé e o Livro de Sabedoria de Salomão, muitas vezes devido à sua descoberta posterior ao fechamento do cânon ou por razões desconhecidas.